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Depoimentos

chicaoBalcão é quem manda.

O empresário Chicão da Sucauto, da Sucauto Auto Pecas, em Aracaju (SE), afirma que constroi seus estoques a partir das solicitações dos clientes. Segundo ele, os itens de maior giro são comprados em maior quantidade e com maior frequência, independentemente de modelo ou marca.

“Não me interessa se o veículo é novo ou antigo. Quem dá a linha é o movimento no balcão”, diz o empresário. Chicão acrescenta que as negociações com o distribuidor também sofrem a influência desse relacionamento. “Quando o cliente chega, traz uma cotação; por isso, tenho de estar preparado para oferecer o melhor preço.” Ele declara que tem um bom diálogo com distribuidores, sempre em busca de um preço mais competitivo. “Mas tudo é feito com entendimento e liberdade de expressão. Afinal, tenho de oferecer o melhor em minha loja.”
“Este segmento vem crescendo desde 2006 e promete continuar crescendo nos próximos cinco anos, embora sujeito a toda e qualquer variação nas vendas de carros novos para o mercado interno.” O consultor entende que nas demais faixas a responsabilidade pela reposição e estoques fica com o distribuidor, mas suas projeções são positivas. Em primeiro lugar, Fraga afirma que a frota de veículos leves, na faixa de 4 a 10 anos de idade, terá um acréscimo de 75% no período de 2012 a 2017, passando de 11.026.270 (30,3% do total), para 19.298.650 (38,7%). “Qualquer oscilação brusca para cima ou para baixo nas vendas a partir de 2012 só será sentida por esse segmento do mercado de reposição quatro anos depois”, adverte.

Ele observa que a participação das novas marcas e modelos importados atingiu 21% em 2012, mas há uma tendência de redução nas vendas devido ao novo regime automotivo, que exige a produção desses veículos no país, beneficiando por tabela o setor de autopeças. “Com a produção no Brasil dos principais modelos hoje importados, a fabricação e o abastecimento das peças estarão garantidos.”

Nesse contexto, o consultor entende que o distribuidor tem um importante papel e pode colaborar com os varejistas ao mostrar a realidade do mercado bem como as tendências esboçadas. Segundo ele, isso evita que o revendedor venha a se assustar com a falta de itens que pouco representam no volume total dos negócios e ao mesmo tempo se conscientize da responsabilidade na comercialização de peças não originais.

 

 

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